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Crianças elaboram material de mobilização contra o mosquito Aedes aegypti

23 de agosto, 2016 - 13h09 - Tags: aedes aegypti zika dengue chikungunya

São Luís, 19 de agosto de 2016 - No dia 19, foi promovida na Unidade de Educação Básica Cônego Sidney Castelo Branco, da Vila Ariri, que fica na periferia da cidade. Cerca de 50 crianças participaram de uma semana inteira de atividades de orientações sobre o combate ao mosquito Aedes aegypti. Meninos e meninas de 6 a 12 anos fizeram atividades recreativas, receberam orientações e produziram material gráfico sobre o combate ao mosquito para fixarem nos muros da escola.

 

O projeto da Semana de Educação para o Combate ao Mosquito foi desenvolvido por alunos da Universidade Vale com Acaraú, com apoio da Coordenação de Vigilância Epidemiológica de São Luís. Mariza Tavares, professora dos acadêmicos e coordenadora da equipe de estágio, falou que este tipo de projeto é uma necessidade para a formação do futuro profissional.

 

“Nossos alunos do 6º período do curso de Pedagogia devem desenvolver um projeto prático. Eles escolheram esta temática de combate ao mosquito, organizaram o projeto pedagógico e definiram as classes onde trabalhariam. Passamos toda a semana aqui nesta escola, orientando, realizando atividades com alunos do 1º ao 5º ano do fundamental. A educação para o combate ao mosquito também é educação”, destacou a professora.

 

O estudante do curso de Pedagogia, Aldair Lemos, falou sobre a experiência “Escolhemos esta temática, porque é um assunto que vem afetando muito as crianças de nosso país. Esta escola se mostrou disponível e resolvemos aplicar o projeto de educação para a saúde. Viemos toda a semana e percebemos como as crianças gostam de ter uma informação como essa de maneira divertida, com atividades. Tivemos um excelente retorno por parte deles e dos pais, eles já chegam em casa levando a informação”, disse.

 

A equipe de estudantes participantes do projeto é composta por 15 alunos. No

encerramento do projeto foram disponibilizado pela equipe de epidemiologia dois microscópios para que as crianças vissem como é o mosquito Aedes aegypti em suas várias fases de crescimento.Eles formaram uma longa fila esperando poder colocar os olhinhos no microscópio. “Eu implorei pra mamãe me trazer hoje, quase chorei pra vir, eu consegui ver o mosquito ali na máquina”, relatou o jovem.

 

O relato de Arthur Azevedo Nunes, de 7 anos, confirmou a importância das informações repassadas durante toda a semana. “Na semana toda eles disseram pra gente que temos que cuidar da casa, que não podemos jogar lixo na rua e nem na escola. Eu brinco na frente da casa de vovó, só tem uma rua aqui que dá pra eu brincar de bola. Lá não tem lixo não. Minha vó já sabe que tem que limpar tudo, que eu já disse pra ela”, afirmou categórico o estudante do 2° ano.

 

O evento foi encerrado com mais uma apresentação da equipe de teatro da coordenação de epidemiologia, que fizeram uma grande festa com os alunos.

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